segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Diagnóstico? Que diagnóstico, secretário!





 Editorial Por Mauricio Maron no Jornal Bahia On line

Na pressa para agradar o novo chefe, alguns secretários municipais estão apostando em factóides para marcar território no governo de Ilhéus.

Teve secretário de Cultura anunciando esta semana, o "isolamento" do prédio da Biblioteca Pública, que ameaça a desabar. Quem em Ilhéus já não sabia disso desde o ano passado? Era novidade para quem? *Agora o novo caso parte da secretaria municipal de Agricultura e Pesca que acaba de anunciar a elaboração de um diagnóstico para "identificar quantas colônias e empresários do setor da pesca, associações de agricultores e marisqueiras existem em Ilhéus".

Mas espera aí!

Esse diagnóstico já não existe?

Como a Bahia Pesca, a quem o secretário Sebastião Vivas pretende entregar o relatório, se baseou para, um mês atrás, entregar o Terminal Pesqueiro de Ilhéus, um investimento de 12 milhões de reais que promete mudar a realidade dos pescadores locais?

Foi às escuras que a obra foi executada?

Claro que não.

O estudo que a secretaria municipal vai fazer para entregar a Bahia Pesca, acredite, já foi feito pela própria Bahia Pesca e ajudou a empresa a desenhar o modelo do TP que, já inaugurado, não dá sinais de quando vai, finalmente, funcionar.

Por isso consideramos a notícia, um factóide.

Fato mesmo será a Secretaria municipal viabilizar o funcionamento do Terminal. Contribuir para sanar os inúmeros problemas que ainda impedem, na prática, o benefício para os pescadores e marisqueiros da cidade. Afinal, o titular da secretaria municipal é liderança do mesmo partido do ministro da Pesca no Governo Dilma.

O resto é conversa de pescador. E para boi dormir.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Divulgado calendário do período de Defeso do Caranguejo



Período de defeso é conhecido popularmente como andada

Em todos os anos o defeso do caraguejo-uçá acontece em datas diferentes, este ano (2013), o primeiro período do defeso ocorrerá em janeiro, de 12 a 17 de janeiro e de 28 de janeiro a 02 de fevereiro. O segundo período ocorre de 11 a 16 de fevereiro e de 26 de fevereiro a 03 de março e o último período acontecerá em março de 12 a 17 e de 28 de março a 02 de abril.

Nesses períodos ficam proibidos a captura, transporte, beneficiamento, industrialização e comércio de qualquer indivíduo dessa espécie nos estados da região nordeste (Maranhão, Piauí, Pará, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia).

Conhecido popularmente pelos pescadores como período de “andada”, períodos esses, quando os caranguejos machos e fêmeas saem de suas galerias (tocas) e andam pelos manguezais para o acasalamento e liberação dos ovos, o defeso tem como finalidade garantir a preservação da espécie caranguejo-uçá (Ucides cordatus), além do equilíbrio ecológico dos manguezais, berçários da vida marinha.

As pessoas físicas ou jurídicas que atuam na captura, manutenção em cativeiro, conservação, beneficiamento, industrialização ou comercialização desta espécie no estado, deverão fornecer ao Ibama até o último dia que antecede cada período de andada previstos na Instrução Normativa, a relação detalhada dos estoques de animais vivos, congelados, pré-cozidos, inteiros ou em partes.

Os infratores notificados terão de prestar esclarecimentos junto ao Ibama sobre a não declaração dos crustáceos apreendidos e, ainda, sofrerão penalidades previstas na Lei de Crimes Ambientais. A multa para este crime varia de R$ 700,00 (setecentos reais) a R$ 100 mil (cem mil reais), com acréscimo de R$ 20,00 (vinte reais), por quilo do produto.

O Chefe Regional do Escritório em Ilhéus, Sandoval  Mendes, informa a população que as equipes de fiscalização do Ibama em  Ilhéus, Itacaré, Canavieira , visitarão Colônias de Pescadores, feiras, estabelecimentos, pontos de comércio do caranguejo-uçá e locais  com grande circulação do público em geral, para  fiscalizar e afixar  cartazes de divulgação que  orientam sobre os períodos do defeso na região nordeste.
Fonte: Ibama/IOS
*Informações
Instituto Brasileiro do Meio Ambientee dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA / MMA
Escritório Regional de Ilhéus - IBAMA / BA
Praça Cairu, s/n°, Ed.Ceplac, Centro
45653-919 Ilhéus – BA
Tel:  
(73) 3634-2850 e 3634- 2399
Fax: (73) 3634-2398
Cel:  (73) 9921-5002

sábado, 5 de janeiro de 2013

O Principal nome para ocupar a Presidência da Bahia Pesca...

 EXCLUSIVO


Foi o mesmo que foi acusado de adulterar o parecer técnico da Obra da Copa do Mundo

O ex- chefe de gabinete do Ministério das Cidades, o baiano Cássio Peixoto, é o principal nome ventilado pelo Deputado Mário Negromonte para substituir Isaac Albagli na Bahia Pesca.

Cássio Peixoto, que assessorava o ministro Mário Negromonte, foi apontado em novembro de 2011 como suspeito de envolvimento em suposta fraude em um parecer de obra da Copa do Mundo de 2014.

Segundo a acusação na época, Peixoto autorizou a diretora Luiza Gomide Vianna a adulterar um parecer técnico para uma obra da Copa  (LEIA AQUI ) em Cuiabá, Mato Grosso.

O parecer vetava a implantação de um Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), considerado mais caro do que a alternativa de uma Linha Rápida de Ônibus (BRT).

Ed Ferreira

A criação de surubim em tanques vem conquistando, cada vez mais, o apreço de piscicultores



surubim portal agropecuario 250x166 Tipos de tanques para criação de surubim A etapa de alevinagem é realizada por empresas que fornecem os filhote e as etapas de recria e engorda ficam por conta do piscicultor
criação de surubim em pisciculturas é, basicamente, constituída por três etapas, ou seja: a alevinagem, a recria e a engorda. A etapa de alevinagem é realizada por empresas que fornecem os filhotes (alevinos). Sendo assim, o piscicultor ficará responsável pelas fases de recria e de engorda. Essas poderão ser realizadas em tanques de terra ou em tanques-rede. Daremos algumas informações a respeito desses dois tanques.
Tanques de terra
Os tanques de terra para a piscicultura nada mais são do que reservatórios de água construídos na propriedade para esta finalidade. Eles poderão ser utilizados tanto para a recria como para a engorda e deverão ser construídos em terrenos com topografia plana, para facilitar o abastecimento de água por gravidade. A utilização dos tanques de terra, requer alguns conhecimentos dos seguintes aspectos: construção dos tanques; dimensionamento; elementos de proteção e segurança; e preparação que os tanques deverão receber sempre que for receber novas remessas de peixes.
Aspectos construtivos: tanto para a recria quanto para a engorda, os tanques de terra deverão ser construídos em terreno plano, de forma que fiquem próximos uns dos outros para facilitar o manejo dos peixes e o abastecimento de água.
Dimensionamento dos tanques de terra: para dimensionar os tanques de terra é preciso determinar o número de tanques que serão necessários e a determinação da área alagada por cada tanque.
Proteção dos tanques de terra: a piscicultura é uma atividade que desperta a subtração (roubo) dos peixes, tanto por pessoas como por animais invasores. No caso do surubim, que é um peixe de custo, relativamente alto e ciclo longo, dependendo da quantidade subtraída haverá implicações com sérios prejuízos financeiros para o piscicultor. Portanto, do ponto de vista econômico, pode ser justificável fazer a instalação de dispositivos de proteção e segurança.
Preparo dos tanques de terra: após a retirada de uma remessa de peixes de um determinado tanque de terra, antes de colocar uma nova remessa, eles deverão receber um preparo adequado. Este processo tem início, fazendo-se um esvaziamento completo deste ainda no momento da despesca.
Tanques-rede
Os tanques-rede nada mais são que gaiolas de telas especiais, que são colocadas dentro de represas ou rios. No interior dessas gaiolas, os surubins são mantidos em confinamento durante o tempo necessário. Esse tipo de tanque também pode ser utilizado no período de recria dos alevinos, bem como na fase de engorda dos peixes. Portanto, são estruturas apropriadas para fazer a criação de peixes surubins em alta escala. Da mesma forma que nos tanques de terra, o sucesso da piscicultura em tanques-rede está relacionado ao entendimento dos seguintes aspectos construtivos dos tanques: redimensionamento destes; técnicas corretas de instalação dos tanques-rede nas represas; e o preparo dos tanques-rede para receber os peixes, tanto na fase de recria como na de engorda.
Aspectos construtivos dos tanques-rede: os tanques-rede são gaiolas que ficam flutuando na água presas à margem por cordas especiais.
Dimensionamento: o dimensionamento dos tanques-rede consiste em determinar o número de unidades que serão necessárias para produzir a quantidade de peixes pretendida.
Instalação dos tanques-rede na represa: a principal característica do sistema de criação de surubim em tanques-rede refere-se ao confinamento dos peixes e à alta densidade destes.
Preparo dos tanques: após a retirada de um lote de peixes de um determinado tanque-rede, tanto de recria como de engorda, ele deverá ser preparado, antes de se colocar uma nova remessa de peixes. Este preparo consiste em fazer uma limpeza das telas e também na eliminação de eventuais furos existentes nas telas.
Para maiores informações, consulte o curso Criação Comercial de Surubim, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas. O curso conta com a coordenação do Médico Veterinário José Eduardo Aracena Rasguido, que aborda temas como tipos de tanques, obtenção dos alevinos, criação de surubim em tanques de terra e em tanques-rede, entre outras. Leia também nosso outro artigo Surubim é muito apreciado e ganha, cada vez mais, mercado consumidor.


Fonte: Tipos de tanques para criação de surubim

domingo, 2 de dezembro de 2012

WAGNER CRIVELLA FAZ CRÍTICAS AO TERMINAL PESQUEIRO DE ILHÉUS E SAEM NA BRONCA





Mais de uma fonte testemunhou o descontentamento do Governador da Bahia ao se referi à reforma do antigo Porto, hoje terminal pesqueiro. Wagner além de demonstrar insatisfação, defendeu mudanças no setor de recepção e beneficiamento de produtos do Terminal. As críticas foram feitas internamente e quando percebeu a presença da imprensa, deu uma bronca no cerimonial e chamou a presidência da Bahia Pesca no canto reservado com o Ministro Crivella e um engenheiro de da Obra de reforma.

Ainda no Terminal

Logo após, Wagner externou as críticas em público. ”Gosto das coisas bem feitas. Quando está malfeita, eu falo”. O ministro Marcelo Crivella ponderou afirmando que entendia a necessidade de adequações defendidas pelo governador, mas tentou apagar o incêndio falando do custo baixo do terminal e a relevância da obra para os pescadores, reféns do mercado.

No palanque, Isaac Albagli, numa tentativa de se refazer da bronca, falou da economia feita para execução da obra e citou interesse privado para operar em Ilhéus, a exemplo da Atlântica Tuna. O difícil vai ser estes barcos aportarem em Ilhéus.


Crivella  no aeroporto

Ao chegar ao aeroporto uma fonte não pode deixar de acompanhar a irritação visível de Crivella querendo saber dos assessores qual foi o técnico do Ministério que fez a vistoria.

Sua assessoria citou um nome... E a resposta de Crivella foi uma só – “Ele não viu que estava errado, vai ter que dar explicações”. Não posso acreditar que ali tenha 11.000.000,00 aplicados com uma baixa qualidade de equipamentos. Finalizou Crivella. 

terça-feira, 13 de novembro de 2012

“Desatando o Nó” Timóteo e seu modus operandi: do 'terror biológico' à 'visão de Eliza Samúdio'






 Mais uma vez entra em cena Luiz Henrique Franco Timóteo. Um baiano de Itabuna que saiu da velha vida de viciado e traficante para ganhar as paginas da veja como réu confesso de um crime biológico. 

Também com uma carta, característica peculiar de Timóteo que não é nova. Em 2006 ele, também munido de uma carta, fez 'revelações' à revista Veja sobre um suposto crime que ele próprio cometera (Réu Confesso). Ele contou à publicação o que já teria contado a diversos cacauicultores, que teria sido ele a pessoa que amarrara, quase duas décadas antes, galhos contaminados com o fungo da vassoura-de-bruxa em cacaueiros do sul da Bahia.

Na época a história de Timóteo não passava de um relato esdrúxulo, mas a partir do momento que Policarpo Junior (Veja) entrou em cena a noticia passou a ter outra conotação. Muitos questionamentos foram feitos na época. Porque Timóteo chamaria pra si a responsabilidade de assumir um crime e levando com ele os nomes de cinco sindicalistas, funcionários da Ceplac que enfrentavam o sistema da época e incomodava os poderes em todas as instâncias? O que ele estaria lucrando e quem estaria por trás de suas confissões suicidas?

Mesmo sem ter nenhum recurso financeiro, Timóteo se hospedavam na casa do Indiano Assharam, pesquisador da Ceplac que viajava muito para Rondônia, onde conheceu Timóteo, adversário politico dos sindicalistas e porta voz do Carlismo local e tinha como advogado o escritório de Sharif em Salvador! Depois de causar grandes prejuízos, principalmente de ordem moral e psicológica, ao grupo e seus familiares, Timóteo desapareceu, dificultando inclusive o processo que o grupo moveu contra a editora Veja, pois os juízes não conseguiam localizar o traficante Timóteo para ouvi-lo, até que na semana passada ele virou noticias de seu novo endereço: Timóteo está preso por tráfico de drogas. Luiz Henrique Franco Timóteo tem uma capacidade ímpar de chamar a atenção da mídia. De dentro da cadeia, conseguiu mobilizar o grupo Folha e outros gigantes da comunicação, com uma simples carta. Aliás, nem tão simples, mas de uma fantasiosidade incrível. Tão incrível que até um advogado que poderia tirar proveito do documento, ainda duvida de sua veracidade. ( Blog o Trombone).


 Timóteo é padrasto do ex-goleiro Bruno, acusado de matar a namorada-problema Eliza Samúdio. Assim como o enteado, Timóteo está preso. Da cadeia, mandou dizer, na tal carta, que a mulher está viva, no exterior, fanfando com um novo nome - Olívia. Outra curiosidade é que, nos dois casos, Timóteo chama a atenção de todos ao confessar um crime. Dessa vez ele teria ajudado a ex de seu enteado a conseguir um documento falso para sair do país. No mínimo, cúmplice ou negligente.


Mas há uma diferença entre os dois episódios: em 2006, ele estava a serviço de um projeto que visava eliminar o ex-prefeito Geraldo Simões do cenário de liderança política de Itabuna e região. 

O modus operandi é o mesmo - uma carta de confissão. Outra diferença básica: o caso do ex-goleiro tem um promotor que não aceita esse tipo de jogo, e já descartou a possibilidade de ser verdadeira a informação do presidiário Timóteo.

Já no caso da vassoura-de-bruxa, havia uma legião de inimigos ávidos pela derrocada de Simões e do PT em Itabuna. E uma 'Veja' pelo caminho, ao ponto de virar um documentário denominado de “ O Nó” que começa a ser desatado pela falta de confiança na principal fonte, um drogado e traficante que é capaz de vender a própria alma para conseguir alguns trocados.

A Veja 

O tempo passou e a verdadeira face da Veja ficou escancarada com a relação de crimes: Veja e Cachoeira, as provas de uma parceria.

De Acordo com as gravações feitas pela Polícia Federal que mostram a relação profunda do diretor da sucursal da revista Veja em Brasília, Policarpo Junior, com o quadrilha do bicheiro Carlos Cachoeira.

A relação entre eles aparece em uma série de interceptações telefônicas realizadas durante as operações Vegas e Monte Carlo. O objetivo básico da ligação entre os dois, conforme a reportagem de Leandro Fortes era manter o fluxo de informações para a revista contra alvos específicos. Em troca, Policarpo informava o grupo de Cachoeira sobre o que seria publicado. (Carta Capital).

 Um velho hábito da Veja sob o comando de Policarpo Junior é o de matérias pagas, a exemplo do caso no Sul da Bahia onde a Veja deu uma conotação de crime biológico, mesmo ouvindo o depoimento dos acusados que afirmavam não ser verídica a história do réu confesso. Nas ruas de Itabuna corria de mão em mão a boneca da matéria da Veja, coletando dinheiro entre os fazendeiros e políticos, principalmente do grupo ligado a ACM, para arcar com as despesas de publicação das duas páginas da revista.

Ed Ferreira

domingo, 11 de novembro de 2012

Peixe de 300 kg é capturado em torneio de pesca em Salvador



Um peixe de quase 300 quilos foi capturado neste sábado (10) durante a primeira etapa do Torneio de Pesca Oceânica Yacht Clube da Bahia. O animal marlin azul de quase três metros de comprimento foi pescado por Leonardo Campos, 25 anos, a cerca de 36 quilômetros da costa.
“Trabalhamos o peixe por quase duas horas. Deu um trabalho retado, mas veio”, comemorou o pescador que teve a companhia do pai e de um amigo na embarcação.
O marlin azul é o maior peixe que pode ser capturado na pesca esportiva. Mas, no caso dos torneios baianos, ele só pode ser embarcado se tiver um peso mínimo de 200 quilos.
“Nós aumentamos o limite de peso para embarque justamente para proteger as espécies.
Como fazemos sempre, a carne do peixe será doada a uma instituição”, garantiu o diretor de pesca do Yacht Clube, Alexandre da Cunha Guedes Neto. O torneio possui 10 equipes participantes.